Parto na água

jul 15, 2014 por

Parto na água

Parto na água é uma novidade que se caracteriza pelo simples fato da mulher, ter o seu bebê direto na água, para que o bebê se sinta como se ainda estivesse em seu próprio útero. Apesar de benéfica a prática ainda é usada em poucos hospitais no Brasil. O parto na água consiste na mãe ficar em uma banheira que deve estar aquecida em uma temperatura próxima aos 37°, assim como nosso corpo. Ela senta-se nessa banheira com a água cobrindo toda a barriga. O ambiente precisa ter uma luz à meia altura. O parceiro ou o acompanhante da futura mamãe pode acompanhar o parto de dentro da banheira, como forma de apoiar a mãe e estar pronto para ajudar o recém-nascido.

Vantagens do parto na água para o bebê

Poderíamos afirmar que o parto na água é mais natural que o próprio parto natural porque ele já chega ao mundo como estava dentro do útero. Para alguns médicos esse parto pode ser perigoso pelo fato da criança aspirar água. Outros médicos afirmam que é o parto mais seguro para se fazer, afinal ao sair da barriga mãe, o bebê fica respirando pelo cordão umbilical por até vinte segundos. Somente depois deste tempo é que o pulmão vai se expandir e então ele vai começar a respirar sozinho. Portanto, não há tanto risco em acreditar que ele pode se afogar.

parto

FONTE: http://aminhagravidez.com/wp-content/uploads/2013/08/parto-na-%C3%A1gua-312×250.jpg

 

Vantagens do parto na água para a mamãe

Para a futura mamãe ele é ainda mais vantajoso. A água morna proporciona o aumento da irrigação do sangue, também diminui a pressão arterial e provoca o relaxamento do músculo. Assim ele vai aliviar ainda mais as dores causadas pela contração e ajudar na saída do bebê. O parto na água, normalmente é mais rápido e bem menos dolorido. Coisa que não se pode afirmar no caso do parto normal que é bem mais tranquilo para o recém-nascido.

O parto na água não é recomendado para casos como:

  • Trabalho de parto prematuro;
  • Sofrimento fetal;
  • Presença de mecônio;
  • Mulher que tenham diabetes;
  • Mulheres que apresentam algum sangrameto;
  • Mulheres com doenças virais, como HIV positivo, herpes genital com lesão ativa, hepatite B;
  • Bebês muito grandes;
  • Casos de necessidade de monitoramento de bebê e mãe.

Infelizmente, no Brasil ainda há muito poucos hospitais que realizam o parto na água. Mas há uma grande possibilidade de você conseguir encontrar médicos ou enfermeiras obstetras que façam esse tipo de parto na sua própria casa. Há até grupos que estão se organizando para difundir essa prática.

parto

FONTE: http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/wp-content/uploads/sites/2/2012/07/1343141998partoemcasa.jpg

Mesmo quando a mãe opta por realizar esse tipo de parto não é permitido fazer sozinha em casa. É preciso uma equipe médica com experiência e capacitada para poder ficar atento a qualquer problema emergencial que possa acontecer, como em qualquer outra modalidade de parto. Uma ambulância precisa estar aposta para casos que pode precisar de encaminhamento para uma UTI, por exemplo. O parto na água não é um regresso aos nossos antepassados. Por isso, nada de tentar repetir sozinho como eles faziam. Por melhor que seja e mais indicado, o parto na água precisa ser orientado e visto de perto por profissionais para que os benefícios para a mamãe e o bebê possam acontecer.

 

Se você gostou deste artigo, deixe seu comentário aqui embaixo e cadastre seu e-mail na barra lateral da página principal do blog e receba nossas dicas.

 

Posts relacionados

Compartilhe Isto

Deixe um comentário